“Não é que eu tenha total confiança de que os cientistas estão certos, é que tenho absoluta certeza de que os não-cientistas estão errados.”







____________________________________________________________________Isaac Asimov.













"A ignorância gera confiança com mais frequência do que o conhecimento: são aqueles que sabem pouco, e não aqueles que sabem muito, que tão positivamente afirmam que esse ou aquele problema jamais será resolvido pela ciência."



"Se o mistério da pobreza não for causado pelas leis da natureza, mas pelas nossas instituições, grande é o nosso delito. "





______________________________________________________________________________Charles Darwin.





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"Vivendo sob as trevas do Holocausto e esperando ser perdoados por tudo o que fazem em nome do que eles sofreram parece-me ser abusivo. Eles não aprenderam nada com o sofrimento dos seus pais e avós."





"Nós podemos comparar (a situação palestina) com o que aconteceu em Auschwitz."





"Mas então ninguém percebe que matar em nome de Deus é fazer de Deus um assassino?"





________________________________________________________________José Saramago.




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COSMOLÓGICA - A MATÉRIA HUMANA FORJADA NO CALOR DAS FORNALHAS ESTELARES DISTANTES!

Cosmológica

Sagan.


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"A História está repleta de pessoas que, como resultado do medo, ou por ignorância, ou por cobiça de poder, destruiram conhecimentos de imensurável valor que em verdade perteciam a todos nós. Nós não devemos deixar isso acontecer de novo."




_______________________________________________________________________________Carl Sagan.





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domingo, 21 de outubro de 2012

Einstein e As Pedras.

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"Para Einstein, não existia essa verdade absoluta. A mesma paisagem podia ser uma coisa para o pedestre, outra coisa totalmente diversa para o motorista, e ainda outra coisa diferente para o aviador. A verdade absoluta somente podia ser determinada pela soma de todas as observações relativas.
Em oposição à doutrina newtoniana, Einstein declarava que tudo se acha em movimento (e não que tendem a permanecer em repouso).

E explicava que as velocidades dos diversos corpos em movimento no Universo são relativas umas às outras. A única exceção a essa relatividade do movimento, era a velocidade constante da luz, a maior que conhecemos, constituindo o fator imutável de todas as equações da velocidade relativa dos corpos em movimento. Além da velocidade, a lei da relatividade aplicava-se também à direção de um corpo em movimento.

Por exemplo, ao deixar cair uma pedra do alto de uma torre ao solo, para nós parecerá que caiu em linha reta; para um observador hipotético (pessoa ou um instrumento registrador) situado no espaço, a pedra descreveria uma linha curva, porquanto se registraria não só o movimento da pedra sobre o nosso planeta, mas também o movimento do planeta em redor do seu eixo; e para um terceiro observador, em outro planeta sujeito a um movimento diferente da Terra, a pedra descreveria outra linha diferente.

Todas as trajetórias, ou direções, de um corpo em movimento eram, pois, relativas aos pontos de onde se observava o deslocamento desse corpo. Ainda havia um terceiro fator na relatividade: o tamanho de um corpo em movimento. Todos os corpos se contraem ao mover-se: para um observador num trem em grande velocidade, o trem é mais comprido que para um observador que o vê da margem da via férrea; a contração de um objeto em movimento aumentaria proporcionalmente à velocidade."


Extraído do site Brasil Escola.



Todos conhecem uma famosa frase que serviu como resposta à pergunta de quais seriam as armas usadas numa eventual Guerra Mundial: "Não tenho a menor ideia de qual armas se usarão em uma Terceira Guerra Mundial, mas certamente a Quarta será com paus e pedras".

Existe uma estorinha sobre um escrito encontrado posteriomente à morte dele, onde se lê: "EINSTEINQUERSEREINSTEIN", em alemão é claro.
A pesquisadora que encontrou teria iniciado uma busca biográfica a partir disso, devido a curiosidade que surgiu a partir de tal frase, que teria sido escrita em seus últimos dias.

Após uma longa peregrinação a todos os países e lugares em que se sabe que Einstein estivera, ela teria encontrado em um vilarejo(não lembro onde, mas me parece que foi em um país oriental, como a Índia talvez; não posso afirmar) um ancião que conhecera Einstein quando ainda era menino e lhe contou sobre uma frase que impressionou o cientista, dita pelo avô desse senhor.

Trata-se, até onde sei, de uma estória fictícia cuja autoria desconheço. Faz muito tempo que me deparei com ela e o que vale é a essência de uma mensagem de humildade, conhecimento e discernimento que são características exaltadas em Einstein, bem como a de um universo autônomo, cujas partes se determinam e se resolvem.

Depois de muito viajar pelo mundo, Einstein estaria passeando pelos campos desse tal país oriental quando se deparou com um velho homem e seu neto brincando de fazer as pedras deslizarem pela água ao serem arremessadas. Não consta que o homem conhecesse quem era o cientista que se aproximara.



O velho homem perguntou ao estrangeiro(provavelmente em inglês):
- Por que a pedra caia depois de algum tempo de ser arremessada?
Obviamente que o cientista mais famoso de todos os tempos buscou uma forma didática e respeitosa para explicar a cerca das forças da gravidade, inércia...
- Nada disso - disse o homem - A pedra cai porque acaba sua vontade de continuar voando.
Em silêncio, o grande cientista continuou a ouvir a explicação que deveria considerar absurda, mas não sentiu assim.
- Tudo que existe e age, o faz pela própria vontade de que seja assim. Minha vontade de arremessar a pedra se soma à vontade dela de voar e quando ambos os desejos diminuem, ela começa a cair. O que me diferencia desta pedra é que eu quero ser quem sou e a pedra quer ser uma pedra. Tudo é fruto do desejo de ser e fazer. Um homem quer ser um homem; uma pedra quer ser uma pedra.

Tal afirmação teria surtido um efeito poderoso sobre as ideias de Albert Einstein.

Se considerarmos mais uma vez que na frase que foi encontrada, os termos em alemão dizem que ein stein(traduzindo: uma pedra) quer ser Einstein ou que Einstein quer ser uma pedra, além do que UMA PEDRA quer ser UMA PEDRA, pode ser mesmo que a ideia inicial e mais óbvia possa ser a mais correta: Einstein quis ser Einstein.


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sexta-feira, 16 de março de 2012

A Questão Pendente.

Já perceberam que existe um hiato drástico entre Galileu Galilei e Albert Einstein?
Este hiato chama-se Charles Darwin.

O condicionamento a que é levado o anti-Darwin quase sempre o deixa em situação de obrigar-se a admirar Galileu e Einstein.

O gênio Albert Einstein sempre fez questão de expressar sua crença na existência de uma Inteligência Superior à moda de Bento de Espinoza.
Isto, somado ao fato de ter vivido no século XX e que seus trabalhos tem um grau de complexidade que se torna incompreensível à maioria das pessoas, proporcionou uma considerável "paz episcopal" a ele.
O que Einstein legou ao mundo abala de maneira muito mais fulminante que outros já tenham feito, as estruturas do poder eclesiástico em geral. Mas os detentores e guardiões desses poderes, nem sabem como isso pode ser, então nem têm como confronta-lo. A ignorância é uma bênção...
Darwin nem chegou perto do estrago que Einstein fez à religião, mas leva mais crédito que ele. Como pode?

O genial(mas igualmente genioso) Galileu Galilei é uma unanimidade tão grande ou maior que Einstein.
Não há a menor possibilidade de vermos hoje alguém que se oponha a ele ou suas ideias.
Não só porque elas são verdades absolutas e inquestionáveis(toda descoberta do passado requer ajustes), mas porque há o gigantesco constrangimento da opressão dessa verdade através da religião. Nicolau Copérnico, Giordano Bruno e Johannes Kepler que o digam.
Hipácia? Melhor nem comentar...
Aquele trechinho de 1000 anos carinhosamente apelidado de Idade das Trevas é um um verdadeiro "selo de qualidade".

A questão que ficou pendente é esta do: por que Darwin recebe toda a carga de ódio que os religiosos acumulam contra os cientistas?

Comecemos pelo tempo: o período em que Darwin viveu e produziu seus trabalhos se encaixa num cenário de enorme transformação social e ideológica. A economia, a política, a religião e a ciência se movem umas dentro das órbitas das outras e por vezes até se alinham e em outras se repelem. Uma assustadora evolução(e revolução entrementes) daquilo que até então era imutável. Radicalizar as posições quase sempre é a resposta automática.

Darwin não contava nem com a transigência da perplexidade diante do novo, como Einstein e nem, ainda, com o constrangimento devido ao passado opressor(o primeiro embate não foi contra a Igreja Católica - o que também não muda o passado opressor...).

Graças à Galileu, bem como Copérnico, Kepler, Bruno, Hipácia e outros, Darwin encontrou em seu tempo um cenário onde havia apoio a suas descobertas, mesmo com tanta oposição.

Devido à Darwin pôr seu nome nessa lista, gênios como Einstein puderam finalmente encontrar um ambiente acadêmico mais saudável e se preocupar cada vez menos com que pensam ou deixam de pensar os líderes religiosos e seus rebanhos. Só a ciência importa.

Pseudociências como o natimorto criacionismo receberam choques para que ressucitassem lá dos confins da antiguidade. Técnicos de laboratório, que são pregadores aos fins de semana, se travestem de cientistas e nos enchem os olhos com suas "crenças new age", oriundas da deturpação da física quântica.

Mas, graças à Darwin, a comunidade científica não costuma embarcar nessa canoa furada.
Cientistas de verdade não misturam as estações.

Eis o motivo contemporâneo para o ódio à Darwin.

E, pessoalmente... Eis o motivo para a admiração à Darwin.
De milhões, a propósito...

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domingo, 7 de outubro de 2007

Einstein no Brasil (1925).

Carlos Chagas e pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz recebendo a visita de Albert Einstein. Rio de Janeiro em 8 de maio 1925.
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